CAPITULO 1 - O escolhido (parte 2)
Eu perguntei se aquilo era uma piada de algum amigo meu, mas como seguranças são muito sérios acreditei na primeira vez que eles confirmaram que esse tal segurança não existia.
Fui para meu apartamento e fiquei pensando naquilo o resto do dia.
De noite, estava muito calor então deixei as janelas do apartamento todas abertas, ate que entre três e quatro da manhã os cachorros da minha rua começaram a latir muito, ate que uma coisa voou para dentro da minha cozinha e caiu no ralo da pia, fui no armário, peguei uma caixa de ferramentas e voltei para la, tirei alguns parafusos e puxei o cano, então caiu mais uma daquelas pedrinhas, corri para a janela e vi o segurança indo para um beco escuro, peguei uma lanterna na caixa de ferramentas e fui correndo para a rua, entrei no beco e fui seguindo um vulto que eu achava que era ele, ate que chegamos em uma rua clara e percebi que era um homem de casaco sobretudo preto, ele parou a umas três quadras a minha frente e se virou lentamente, ele estava com uma toca por isso não vi seu rosto, ele estendeu a mão e percebi que havia um símbolo na palma de sua mão, achei que conhecia aquele símbolo, mas antes que eu pudesse me lembrar veio uma rajada de vento tão forte que me jogou a uns dois metros para trás e me fez bater com a cabeça em um poste, eu desmaiei e acordei com um cachorro lambendo meu bolso, quando o espantei eu senti a pedra no meu bolso, foi ai que lembrei da visão e do símbolo que estava no escudo de ouro, era o mesmo que estava na palma da mão do homem de casaco preto, aquilo me deixou muito intrigado.
Voltando para casa percebi que a janela no meu quarto havia ficado aberta, entrei correndo, pois podia ter entrado algum ladrão, quando eu abri a porta havia muito barro no chão, em cima dos moveis e em cima da minha cama, quando olhei para a parede, vi um outro bilhete preso por um prego:eu acho que não !
Na hora que terminei de ler o bilhete senti uma vibração no meu bolso, quando peguei as pedras os desenhos que haviam nelas começaram a brilhar, então eu só me lembro de um grande clarão, e depois acordar no meio de uma floresta, andei alguns metros e vi uma grande passagem em uma montanha, e em cima dessa entrada tinha um símbolo igual ao do escudo, do lado havia uma tocha presa na parede, então eu a acendi com um isqueiro que ganhei do meu pai e entrei na caverna, conforme eu ia andando, na minha mente eu ia tendo flashes, entao fui percebendo que era a mesma caverna da visão que tive no banheiro de onde eu trabalho. Quando eu estava longe o bastante da entrada para não conseguir voltar sem uma tocha, ouvi um barulho atrás de mim, quando me virei um dardo acertou meu braço e não demorou mais de cinco segundos para eu adormecer.
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